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Translate traduzir ImprimirImprimir 08/06/2018 17:25

Debate sobre aumento de público para o cinema nacional se intensifica em encontro com exibidores, produtores e distribuidores

A ANCINE reuniu os principais representantes do mercado audiovisual para a segunda reunião da Câmara Técnica do Segmento de Mercado de Salas de Exibição  

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A Agência Nacional do Cinema - ANCINE reuniu nesta quinta-feira, 3 de maio, os principais representantes do mercado audiovisual para a segunda reunião da Câmara Técnica do Segmento de Mercado de Salas de Exibição.  A reunião foi presidida pelo diretor-presidente da ANCINE, Christian de Castro, e contou com as presenças dos diretores Debora Ivanov e Alex Braga.

 

Criada em dezembro de 2017, após encontro de distribuidores e exibidores com a ANCINE para definição anual da cota de tela, a Câmara tem por objetivo acompanhar e analisar o comportamento do mercado de salas de exibição, desde que foi aprovada, em janeiro de 2018, a aferição por sessão de cinema para cumprimento de cota de tela, além de discutir o desenvolvimento do mercado cinematográfico brasileiro.  A previsão é que os encontros aconteçam mensalmente.

 

Dois principais pontos estavam na pauta da reunião: Por que os filmes brasileiros chegam a menos salas de cinema? E quais mecanismos poderiam ser criados, ou melhorados, para fortalecer o cinema brasileiro e aumentar sua participação nas salas de exibição.

 

Como base para o debate, a Superintendente de Análise de Mercado, Luana Rufino, apresentou dados recolhidos pelo Sistema de Controle de Bilheteria (SCB). As informações fornecidas pelas salas de cinema, mostram que a participação do público para os filmes brasileiros ainda é pequena, se comparado com os filmes estrangeiros para o ano de 2017. Em 2018 o cenário é positivo, os filmes de ficção nacionais reuniram 15,4 milhões de espectadores, chegando a uma participação de 28% do mercado, enquanto os filmes estrangeiros fizeram 39,2 milhões, ou seja 72% de participação. A animação brasileira, apesar de ter crescido em número de lançamentos (já foram sete este ano), não viu seu público acompanhar esse crescimento.  A participação do público para os filmes de animação brasileiros foi inexpressiva (0%).

 

Ainda assim, a tendência é que o ano de 2018 feche com taxa de crescimento, se comparado com 2017, com aumento da exibição de filmes nacionais . Até o momento, os 79 filmes nacionais exibidos em 2018 fizeram 15,39 milhões de espectadores. Durante o ano todo de 2017, os 241 filmes nacionais levaram aos cinemas 17,84 milhões de espectadores. 

 

A produção do cinema nacional também está em ascensão. De acordo com os dados da Superintendência de Análise de Mercado da ANCINE, de 1995 a 2017 foram 1.558 lançamentos, sendo 993 ficções, 539 documentários e 25 animações (como ilustrado no quadro abaixo). O desafio para o mercado é saber como atrair mais públicos para suas produções.

 

Participaram do 2º Encontro da Câmara Técnica de Cinema: Adhemar de Oliveira (REDIF); Bruno Wainer (ADIBRA); Eric Belhassen (APACI); Felipe Lopes (Athouse); Francisco Martins (APACI); Gilberto Leal (Sindicado dos Exibidores do Rio de Janeiro); Glaucia Camargo (SICAV); Ilda Santiago (Grupo Estação); Leonardo Edde (SICAV); João Daniel Tikhomiroff (SIAESP); Jorge Peregrino (Academia Brasileira de Cinema); Luiz Carlos Barreto (SICAV); Luiz Gonzaga Assis De Luca (FENEEC); Luiz Severiano Ribeiro (ABRACINE); Marcos Barros (Cinesystem); Marcelo Bertini (ABRAPLEX); Paulo Lui (AEXIB); Ricardo Difini Leite (FENEEC); Rodrigo Saturnino (Sony); Silvia Cruz (ANDAI).

 

 

 

Veja a apresentação completa aqui.

 

 

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