Agência Nacional do Cinema
Translate traduzir ImprimirImprimir 05/09/2018 14:19

Veiculação de conteúdo nacional em canais de espaço qualificado chega a 18%

Informe Anual da TV Paga mostra consolidação da programação brasileira

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A Agência Nacional do Cinema - ANCINE publicou no Observatório do Cinema e do Audiovisual o Informe Anual da TV Paga 2017, que apresenta a participação dos diferentes tipos de obras audiovisuais nas grades de programação do segmento, especialmente das produções brasileiras.

 

Para o diretor-presidente Christian de Castro, o resultado positivo de 2017 mostra a consolidação da programação brasileira nos canais de TV Paga e o sucesso do marco legal. Dos 214 canais ativos, 101 são canais de espaço qualificado, que tem obrigações específicas quanto à veiculação de conteúdo brasileiro e brasileiro independente, e 19 são canais brasileiros de espaço qualificado, que tem obrigação de veicular programação brasileira aumentada. Nesses canais, as obrigações de veiculação de obras brasileiras recaem no horário nobre (3h30 por semana), e é justamente nessa faixa horária que a programação brasileira encontra maior espaço, ocupando 29,4% nos canais não infantis e 28,9% nos canais infantis.

 

Segundo Luana Rufino, Superintendente de Análise de Mercado, em 2017, as obras brasileiras ocuparam 17,7% das horas de programação dos canais de TV Paga, sendo 10,9% de conteúdo independente. Considerando apenas os canais de programação qualificada esse percentual sobe para 21,3%. Nos canais de espaço qualificado - em que o mínimo legal de programação é de 2,1% para obras brasileiras – o índice de veiculação de conteúdo nacional foi de 8,1%, o que representa 287,1% a mais que a obrigação legal.  Vale lembrar que em 2011, antes da Lei da TV Paga, nesses canais havia uma programação de apenas 1% de conteúdo brasileiro.

 

Com relação à tipologia das produções nacionais, as ficções e documentários correspondem à maioria dos títulos brasileiros veiculados em 2017 (68,5%). Já em horas programadas, essas obras representam 52,6% das horas de programação brasileira e 54,1%, considerando apenas o horário nobre.

 

O Informe, realizado pela Coordenação de Monitoramento de TV Paga da Superintendência de Análise de Mercado, está disponível no site do OCA – Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual.

 

 
 
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